O meio ambiente vem sido morosamente assassinado pela ação humana nos últimos 50 anos. Paralelamente, ampliou-se o gasto de recursos naturais mais rapidamente do que a Terra pode produzir. De acordo com estudos, 80% das pessoas vivem em países que demandam mais recursos do que podem repor em sua área.
Além de ameaçarem a sustentabilidade com superexploração dos depósitos naturais, os ramos econômicos atuais que tem por base a combustão de petróleo irradiam poluentes como o dióxido de carbono, maior originário do efeito estufa em volume emitidos.
A definição de desenvolvimento sustentável surgiu em 1987, esclarecendo: “ O desenvolvimento sustentável é o que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades. ”
A valorização financeira do meio ambiente tem sido protegida por cientistas que acham que temos que pagar pelo o que queremos preservar. O PSA ( pagamento à serviços ambientais) vem seqüestrando carbono ou mantendo mananciais de água limpa.
Modelos de PSA também apresentam-se na Amazônia para pelejar o aquecimento global, seja evitando a emissão de gases, seja mantendo-a para estocar carbono. A premissa é dar préstimo à floresta tanto quanto se dá ao plantio de soja e à pecuária.
Para tanto, propõe-se gerar maneiras de remuneração como o mecanismo da redução de emissões por desmatamento e degradação ambiental.
No Amazonas, o Estado está gratificando os moradores de unidades de conservação por meio do Bolsa-Floresta, desde 2007, quando a benfeitoria foi estabelecida dentro da Lei Estadual de Mudanças Climáticas.
A providência indenizatória tem o objetivo de dar incentivo a população a deixar a floresta em pé, para que se cumpra sua finalidade de termorregulação climática e armazenamento de carbono, e a procurar outras fontes de receita financeira, como a produção sustentável do mel, castanhas, frutas, peixes, entre outros.
Dentro da proposição de desenvolvimento sustentável para a Amazônia, passos como esse levam em conta maneiras novas de relacionar humanos a natureza.
De acordo com estudos de ONGs, a exploração de madeira na Amazônia dá uma melhoria de apenas dez anos no IDH; e a pecuária em solo desmatado, por cinco anos.

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