sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SEGUNDA PROFECIA MAIA

2ª: anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11/08/99. Naquele dia vimos como um anel de fogo que cortava o céu, foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da terra de quase todos os planeta do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zodíaco, que são os 4 signos dos evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo São Joao. Além disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente Médio, Irã, Iraque e, posteriormente dirigindo-se ao Paquistao e a India. Com a sua sombra ela parecia prever uma área de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que, a partir deste eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria sua paz interior e tolerância, evitando os conflitos, então viveremos numa época de mudanças, que é uma ante-sala de uma nova era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos é uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimentos, destruição e evolução.
A 2ª profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentara e acelerará a vibração em todo o universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e comunicação, os sistemas econômico-sociais de ordem e justiça, serão mudados as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angustias para solucioná-los e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo.
A humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que estão fazendo, este é o primeiro passo para mudar a atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consciência coletiva
Serão incrementados os acontecimentos   que nos separam mas também os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente, mais pessoas  encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes que pretenderão obter lucro econômico as custas do desespero alheio.
Os Maias previram que a parti de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas necessária para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu próprio juiz, será quando o ser humano entrará  no grande salão de espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele será classificado pelas qualidades que conseguiu desenvolver na vida, sua maneira de agir dia após dia, se comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos irão se posicionar segundo o que são, os que conservam harmonia entenderão o que aconteceu como um dos processos de evolução do universo. Por outro lado, haverá outros que, por ambição ou frustração, culpará os outros ou a Deus pelo o que acontecerá.
Serão geradas situações de morte, sofrimento e destruiçao. Mas elas também darão lugar a circunstancias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isto significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e que cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo de seu comportamento. No céu, com sabedoria para transcender o que acontecerá. No inferno, para aprender com a dor e o sofrimento. Duas forças inseparáveis, uma que entende que tudo no universo evolui para a perfeição, que tudo muda, outra envolta em um plano materialista que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas as opções estarão disponíveis e praticamente sem censura de nenhum tipo e os valores morais serão mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.
Afirma que se a maioria da população mudar seu comportamento e se sincronizar com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas profecias seguintes. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino,especialmente nesta época. As profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo para evitar que isso se torne realidade.  

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PRIMEIRA PROFECIA MAIA

1ª:  fala sobre o final do medo.
Diz que nosso mundo de ódio e materialismo terminará dia21/12/2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica de todo universo. Compreendendo que tudo que está vivo e consciente, que somos parte deste todo e que podemos existir em uma era de luz.
Diz que a partir de 1999 resta-nos 13 anos para realizarmos as mudanças de consciência e atitude que ele eles falam, para que possamos nos desviar do caminho da destruição pelo qual avançamos, para um outro que abra nossas consciências e a nossa mene para integração com tudo que existe. Os Maias sabiam que nosso sol, é um ser vivo que respira e que cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo que existe, que ao receber uma manifestação de luz do centro da galáxia brilha mais intensamente produzindo em sua superfície o que nossos cientistas chamam de erupções solares e mudanças magnéticas.
Dizem que isso acontece a cada 5125 anos. Que a terra se vê afetada pelas mudanças do sol mediante o deslocamento de seu eixo de rotação. Previram que a partir deste movimento haveriam grandes desastres.
Para os maias o processo universal, como a respiração da galáxia, é cíclica e nunca mudam. O que muda é a consciência do homem que, passa através deles num processo sempre em direção a mais alta perfeição. Previram que a partir de sua data inicial de civilização, isto é, 3113 a.C. , 5125 anos no futuro, o sol, ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da galáxia, mudara sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante.
Para este dia a humanidade deve estar pronta para atravessar a porta que os maias nos deixaram. Quando a civilização atual, baseada no medo, passará para uma vibração muito mais alta de harmonia. Só de maneira individual podemos atravessar esta porta que permite evitar o grande desastre que sofrer para dar inicio a uma nova era, um sexto ciclo do sol.
Asseguravam que sua civilização era a 5ª iluminada pelo sol, que antes existiram 4 civilizaçoes que foram destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para a ascensão da consciência coletiva da humanidade. Para os maias no ultimo desastre a civilização teria sido destruída por uma grade inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que graças a isso haviam conseguido conservar o planeta a espécie pensante, o ser humano.
Eles nos dizem que as mudanças dos tempos permite subir um degrau na evolução da consciência , podemos nos dirigir a uma nova civilização que manisfestará maior harmonia e compreensão para todos seres humanos.
A 1ª professia Maia nos fala do “tempo do não-tempo”, um período de 20 anos chamado “kAtún”. Os últimos 20 anos desse grande ciclo de 5125 anos. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar cada vez mais intensas apareceriam no sol, que desde 1992 a humanidade entrará num último período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças, que nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiriam para essas mudanças acontecerem.
Essa profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos a níveis superiores deixando para trás o materialismo e nos livrando do sofrimento.  O livro sagrado maia CHILAN BALAM  diz que no 13º Ahau no final do ultimo katun (2012) diz que civilizações e cidades serão destruídas ,haverá um tempo em que estarão perdidos na escuridão e depois virão trazendo sinal futuro Os homens do sol, a terra despertará pelo norte e pelo poente.
A 1ª profecia anunciou que 7 anos depois do inicio do 1º katun, ou seja, 1999, começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta, disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no grande salão de espelhos, uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo para fazer com que ele entre no salão de espelhos, para que ele veja e analise seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.
Uma época para que toda humanidade por decisão consciente de cada um de nós decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas nossas relações.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VIVER COM SIMPLICIDADE




Uma vida simples, com prazeres singelos. Parece atraente? Para alguns, a poesia da vida simples é uma aspiração.
Não são muitos, mas aumenta a cada dia os que buscam um estilo de vida mais despojado.
Enquanto a grande massa se mostra adepta dos benefícios oferecidos pelas cidades, aos poucos o homem se mostra cada vez mais cansado da rotina urbana, enlouquecedora.
Poluição, engarrafamentos, ruídos. A floresta de edifícios a se perder no horizonte, escondendo céu e sol.
Tudo isso contribui para os estresses e angústias do homem contemporâneo.
Quando jovem, é natural que as pessoas desejem os desafios e facilidades das cidades, que oferecem objetos de desejo a cada esquina.
São as maravilhas da tecnologia, os bares da moda, as roupas de grife, os belos escritórios, as carreiras.
Tudo isso exerce tremendo fascínio. Mas, aos poucos, é possível observar que esse modelo está se esvaziando. Um certo cansaço começa a ser notado.
Uma expressão vem ganhando espaço: qualidade de vida. São cada vez mais numerosos os que desejam voltar aos ideais de uma vida simples, uma casa no campo, um contato mais estreito com a natureza.
Querem respirar ar puro, ver um pôr-do-sol dourado, passar noites de tranqüilidade em uma rede preguiçosa, manter conversas de fim da tarde.
A sensação que se tem é que a Humanidade, afinal, começa a perceber que a vida é muito mais do que prazeres passageiros.
As razões para o esgotamento do modo de vida urbano são o consumismo desenfreado e a sensação de estar numa corrida permanente.
No trabalho, o desafio é a competitividade, que atropela o ser humano e o consome, transformando-o em peça de uma fria engrenagem.
É um processo perverso, que suga as energias, estimula ciúmes e transforma em inimigos os que deveriam trabalhar em harmonia.
E uma pergunta costuma ser feita por quem está nessa roda-viva: Dá para viver com simplicidade nas grandes cidades?
É possível conciliar as exigências de uma carreira, da vida social e da família com uma rotina mais amena?
A resposta é... Sim! É possível conciliar tudo isso. Não é tarefa muito fácil, mas pode ser realizada.
Isso porque a simplicidade não é feita de demonstrações exteriores. Ela é um estado de espírito.
Não precisamos nos vestir de trapos, nem abrir mão de uma vida normal para ser pessoas simples.
A simplicidade está em viver a vida sem exigências descabidas. Quem opta pela simplicidade, descomplica o dia-a-dia.
Muitas vezes nos perdemos em detalhes completamente desnecessários. E, com isso, tornamos insuportável a nossa vida e a dos outros.
Observe com atenção e você perceberá: fazemos exigências demais por causa de coisas mínimas, das quais nem nos lembramos depois de algum tempo.
Por isso, a opção de viver com simplicidade é, antes de tudo, um jeito de agradecer a Deus pelo que recebemos.
Simplicidade é ter sonhos. Mas, se eles não se realizam por alguma razão, ainda assim a vida não perde a graça. Ou seja, apesar das tempestades, o contentamento permanece inabalável.
Quer ser feliz? Seja simples. Experimente o prazer das coisas que estão ao seu redor!
Olhe para o céu, veja as nuvens tingidas de ouro no infinito azul.
Ouça o som das risadas espontâneas, sinta o frescor de um copo de água, o sabor de uma fruta, a serenidade de uma noite bem dormida.
Veja a beleza de livros e canções. Quem disse que não há prazer nas coisas pequeninas que Deus pôs ao nosso alcance?


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009