segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

SEXTA PROFECIA MAIA


Fala que nos próximos anos aparecerá um cometa cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano.
Os maias viam os cometas como agentes de mudanças que vinham pra por em equilíbrio o movimento existente para que certas estruturas se transformem permitindo a evolução da consciência coletiva. Todas as coisas tem um lugar que lhes corresponde, todas as circunstancias, até mesmo as mais adversas, são perfeitas parar gerar compreensão sobre a vida, para desenvolver a consciência sobre a criação. Por isto o ser humano está constantemente enfrentando situações inesperadas que geram sofrimento a ele. É um modo de conseguir que ele reflita sobe sua relação com o mundo e com os outros. Assim, ao longo de muitas experiências em muitas vidas ele entenderá as leis naturais da razão e da criação.
Para os maias, Deus é a presença da vida em todas as formas e sua presença é infinita.
O cometa – Ajenjo como era chamado- de que fala a profecia também era anunciado por varias religiões e culturas, por exemplo, na bíblia, no livro de revelações onde recebe o nome de “Absinto”, se o cometa aparecer é possível que sua trajetória o leve a se chocar com a Terra ou então por meios físicos ou psíquicos conseguiremos desviar sua trajetória.
Os cometas sempre fizeram parte do sistema solar, milhares de resíduos atravessam, cruzam, vão e voltam, periodicamente e inclusive se chocam com os planetas que se movem sempre tranqüilos em suas orbitas regulares ao redor do Sol.
A comunidade cientifica aceita que a 65 milhoes de anos , no cretáceo terciário, um cometa caiu em Chicxulub, na península de Yucatan, no Atlantico. Causando a extinção dos dinossauros. Sua cratera com 180 km de diâmetro tem altas concentrações de Irídio – elemento muito raro na Terra, porém  muito comum nos asteróides.
Associou-se o aparecimento de asteróides à momentos difíceis como o que coincidiu com a erupção do vulcão Vesúvio que destruiu Pompéia e Herculano no ano de 79 d.C. ou com a queda do rei Harold por Guilherme, o conquistador da Inglaterra em 1066 , que foi registrada no Tapete de Beyeux;  causaram pânico coletivo com o cometa Halley em 1910, naquela época presumia-se que sua cauda era de gás venenoso (cianureto) e foram vendidas milhares de pílulas para que as pessoas se protegessem dele. Foram também causadores de suicídios coletivos com os dos 39 membros da “Porta d Céu”em 1997, que acreditavam que o enorme cometa Hali-Bopp, vinha para buscá-los.
Os cometas sempre geraram controvérsias, mas nunca tanto quanto em 1456 quando reapareceu o cometa Halley que foi considerado como um agente do diabo e deveria ser expulso do céu, sendo excomungado pelo Papa Calípso III.
Foi Isaac Newton que descobriu que descobriu que é a gravidade que mantém os planetas girando em órbitas definidas em torno do Sol e Edmund Halley utilizou seus cálculos para calcular as órbitas dos cometas, anunciando que a cada 76 anos o cometa Halley regressaria. Por este motivo leva seu nome.
Os cometas também causaram danos regionais como na Sibéria, sobre o rio Tungenska, em asteróide aproximadamente de 50 m de diâmetro, que explodiu no ar em 1908, destruindo  2 km de um bosque totalmente denso, instantaneamente.
Alguns cometas aproximaram-se bastante da terra como o Iras-araque-auroke, que aproximou-se a 6 milhoes de km da terra e poderia ter causado um dano maios d que se explodissem, simultaneamente, todas as bombas atômicas existentes.
 Os maias sempre estudaram e registraram os eventos do céu, seus alertas sempre foram prevenir os seres humanos dos perigos de não conhecerem as órbitas e os períodos de grandes resíduos que se cruzam com a trajetória da Terra. Eles sabiam que para o homem moderno, descobrir com antecedência os asteróides tão grandes que pudessem causar sua extinção e então desvia-lo seria uma das maiores façanhas da história humana e o fato crucial que nos uniria como espécie.
Antigamente a esfera celeste era domínio dos deuses, com o inesperado aparecimento de um objeto desconhecido que dominava era motivo de medo e misticismo, por isso os maias construíram observatórios dedicados a observar os fenômenos, eles queriam entender seus movimentos imprevisíveis no céu especialmente depois de terem estabelecido as posições dos planetas e das estrelas.
O perigo eminente nos obrigaria a construir um nível de cooperação mundial, a estabelecer um sistema de comando e controle acima dos países e uma estrutura de comunicação mundial, seria a única maneira pela qual os países abririam mão de sua soberania, dando origem a um governo mundial para o bem comum.
Seria um caminho para aprender a  transcender a separação que infelizmente é a base de nossa sociedade.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

QUINTA PROFECIA MAIA

5ª: diz que todos os sistemas baseados no medo sob os quais estão fundamentados nossa civilização se transformarão simultaneamente com nosso planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia.
O ser humano está convencido de que o universo só para ele, que a humanidade é a única expressão de vida inteligente e por isso age como depredador de tudo que existe.
Os sistemas falharão para que o ser humano enfrente a si mesmo, para que veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolução que nos levará a entender a criação.
Neste momento, quase todas as economias mundiais estão em crise e foi desencadeada uma onda especulativa em quase todas as partes.
Desde 1995 a economia mundial não é mais dominada pelo intercambio de automóveis, trigo, aço e outros bens e artigos reais nas, pelo intercâmbio de dividas, ações, títulos de crédito, ou seja, de riqueza virtual, que é muito mais fácil de especular.
A síndrome do cartão de crédito tornou-se um mal comum. O ser humano assume uma dívida maior ao que ganha, pondo sua economia em corda bamba e, isso se reflete em todos os níveis.
Quase todas economias do mundo estão com problemas, especulações financeiras e os salva-vidas do governo com dinheiro de bancos que estão a beira da falência, dificultam ainda mais todo esse processo.
Existem situações de alto risco econômico e no sistema de controle de informações e se a isso acrescentarmos o problema o aumenta na atividade do sol que ode causar danos irreparáveis aos satélites, a situação se complica.
Com as labaredas solares recebemos uma dose incomum de raios ultravioletas que expandem a atmosfera superior, diminuindo a pressão que existe sobre os satélites que estão a baixas altitudes. Isso fará com que ele diminuam sua orbita para outra muito mais rápida e perderemos assim o contato temporal com eles – na melhor das hipóteses – e serão interrompidas todas comunicacoes via satélites em todas partes do planeta, também pode acontecer que os 19.000 objetos que transitam em volta da Terra ao receber alta dose de eletromagnetismo tenham seus componentes eletrônicos danificados e deixem de funcionar pra sempre.  
Ao afetar-se a ionosfera, pela emissão de raios solares, produzem-se alterações em todas as comunicações de radio e TV pois é nessa camada que são transmitidas e refletidas as diferentes sequências.
Portanto, a economia e a comunicação são sistemas frágeise interconectados com todos os outros. A rede elétrica é especialmente sensível às labaredas solares, como ocorreu em todo o Kebeque em 1989 durante 9 horas.
O sistema de eletricidade é a coluna vertebral de todas nossas sociedades contemporâneas. Se um falhar, falharão um atrás do outro como pedras de domine derrubando consecutivamente todos os sistemas. Dizem que um sistema é tão forte quanto o mais fraco de seus componentes ou elos.
Os sistemas religiosos baseados em um Deus que infunde medo também entraria em crise. Surgiria um único caminho espiritual comum a toda humanidade que terminará com todos os limites estabelecidos entre as diferentes formas de ver Deus.
O novo dia galáctico é anunciado por todas as religiões e cultos como uma época de luz, harmonia e paz para toda a humanidade. É claro então que tudo que não produza este resultado deve desaparecer ou transformar-se, a nova época de luz não pode ter uma humanidade baseada na economia militar de imposições de verdades pela força.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

QUARTA PROFECIA MAIA

Diz que o aquecimento do planeta, causado pela atitude antiecológica do ser humano e por uma maior atividade do sol, causará derretimento do gelo nos pólos. Se o sol aumentar seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de ventos solares, mais erupções maciças desde a coroa do sol, um aumento na irradiação e um incremento na temperatura do planeta.
Os Maias se basearam no giro de 584 dias do planeta Venus para efetuar seus cálculos solares.
Eles deixaram registrados em seu “código drede” que a cada 117 giros de Venus marcado a cada vez que o planeta aparece no mesmo ponto do céu, o sol sofre forte alterações e aparecem grandes erupções do vento solar, advertiram que a cada 5125 anos são produzidas alterações ainda maiores e que quando isto ocorrer o ser humano seve estar em alerta, pois será o presságio de destruição e mudanças.
No “códice crede” também  figura o numero 1.366.540 kines que tem a diferença de 1 katún (20 anos) como um numero que aparece no Templo da Cruz.
No Templo da Cruz, em Palenque, está entalhado o numero 1.359.540 kines, praticamente essa diferença de 1 katun, que é o período que eles chamavam de “tempo do não tempo” e é o que estamos vivendo de 1992. A mudança das atividades do Sol serão maiores posto que a proteção que temos ao redor do planeta está ficando mais fraca.
A atividade do ser  humano está mudando a composição da atmosfera. O efeito estufa que impede a saída de calor e aumenta a temperatura. Todos os fenômenos ao ocorrer simultaneamente produzirão modificações no clima e um aumento de temperatura dos mares e derreterá mais rapidamente o gelo nas calotas polares. Isso causará aumento no novel dos mares produzindo inundações nas terras costeiras, modificação morfológica do ambiente onde vivemos.
Os Maias previras que essa seria a forma como o planeta se limparia e teria muitas áreas verdes por todas as partes.
O maior pico nevado na África, o monte Kenia, perdeu 92% da sua massa, os picos nevados dos montes Quilimanjaro sofreram redução de 73% na Espanha e, quando em 1980 havia 27 picos nevados, esse numero foi reduzido para treze. Nos Alpes europeus e no Cálcaso russo diminuiu 50%.
Na Nova Zelandia e nos montes entre Rússia e China houve redução de 26%. Cálculos preliminares das mudanças dizem que neste ritmo, em 50 anos, não haverá picos nevados em quaisquer partes do mundo.
Na Antártida a situação é ainda mais grave, o pico está se derretendo a partir do centro e não a partir das bordas. É sabido que quando um lago gelado começa a derreter ele o começa a partir de seu centro. A temperatura da Antártida aumentou 2,5oC nos últimos 25 anos e está aparecendo vegetações onde antes não havia nada além de gelo.
Mais de 50% da população mundial vive próximo ao oceano e, por isso, milhões de pessoas serão afetadas e afastadas de seus lares. 1998 estabeleceu recordes de altas temperaturas, que ficaram entre as mais altas dos últimos 600 anos. No entanto um aumento da temperatura como este que vem ocorrendo não muda rapidamente os níveis de água em todo planeta, será um processo lento que levará vários anos.
A única coisa que poderia mudá-los seria uma mudança súbita na posição da crosta terrestre sobre seu núcleo central. Isso já ocorreu varias vezes no planeta ao mudar a posição dos pólos.
Devemos nos concentrar em produzir resultados positivos de nossas ações e ao mesmo crescer com as dificuldades que encontramos. Devemos assumir a vida e tomar decisões de maneira consciente, devemos abrir os olhos as possibilidades nos trazer sabedoria em um mundo onde todos culpam os outros por tudo de ruim que acontece.
Todas as profecias procuram uma mudança na mente humana, pois o universo está gerando todos esses processos para que a humanidade se expanda pela galáxia compreendendo sua passagem fundamental em tudo aquilo que existe.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O SELO E TOM DO DIA:


MÃO AZUL DO OESTE
AUTO-EXISTENTE MANTRA DO DIA:
EU DEFINO COM A FINALIDADE DE CONHECER MEDINDO A CURA SELO O ARMAZÉM DA REALIZAÇÃO, COM O TOM AUTO-EXISTENTE DA FORMA. EU SOU GUIADO PELO PODER DA ABUNDÂNCIA


CALENDÁRIO 13 LUAS DE 28 DIAS
6ª LUA - RÍTMICA
Dia: Plasma Radial: Dia Semana: Cubo do Códon:
4 KALI
Chacra ESPLÊNICO QUARTA-FEIRA ESTABELEÇO O QUARTO
Caminhada da Terra - 4º Dia do Mês


FOCALIZAR ONDA ENCANTADA DO FLORESCIMENTO


SOBREVIVER

QUESTIONAR

CRIAR


IGUALAR

ENCANTAR


CONHECER

EXPLORAR


EMBELEZAR

PURIFICAR

AMAR

BRINCAR

INFLUENCIAR
GUIA:

SONHAR
ANTÍPODA
(DESAFIO):

EVOLUIR ORÁCULO DO DIA: ANÁLOGO
(REFORÇO):

INFLUENCIAR
OCULTO
(ESCONDIDO):

ENCANTAR
Clique e instale o Conversor em seu computador


A Quinta Força
O Poder dos Treze Tons Galácticos

Uma vez na Terra, o poder das 20 tribos em suas diferentes capacidades é movido pelas 13 lunações que caracterizam a órbita do terceiro planeta. Através dos 13.000 anos do Encantamento do Sonho, da Gênese do Dragão, as 13 lunações mantêm os kins planetários no tempo do sonho galáctico. Os trajes espaciais tridimensionais são testados e suas ligações são fixadas ao hólon quadridimensional.
Então, através da Gênese do macaco, os kins começam a assumir posições para sua tarefa: colocar o terceiro planeta firmemente no módulo de sincronização da quinta força. Já foram destruídas as missões do quarto e do quinto planetas. Para evitar que a deterioração planetária chegue ao terceiro planeta, destruindo, assim, as oportunidades de Kinich Ahau de entoar o acorde galáctico, os kins planetários devem estabilizar a Terra.
O módulo de sincronização de treze tons deve ser estabelecido. Uma vez colocado em seu lugar como um instrumento do tempo universal, os kins planetários serão capazes de atuar como um organismo em contato consigo mesmo em qualquer lugar do planeta. Uma vez que isso tenha sido estabelecido, a cromática do túnel do tempo Terra/Urano poderá ser tentada.
Porém, é uma tarefa complicada. A ruptura do fluxo galáctico de inspiração e do fluxo solar de expiração, é mais profunda do que se previa. Enquanto a Terra deve carregar o fluxo orbital de Marte para manter a célula de baldeação da Terra, a ruptura de Maldek está entre os cinco planetas interiores e os cinco planetas exteriores, na célula de baldeação intermediária.
Na chegada da gênese da lua, - 3.187 anos do Encantamento do Sonho, forças em Júpiter bloqueiam o influxo de informações do hólon galáctico: o módulo de sincronização e os 100 padrões do destino para criar as ondas encantadas e os poderes mágicos para ajudar os kins planetários em sua tarefa.
Sacerdotes impostores na Terra substituem as informações verdadeiras pela proporção 12:60. Em vez da magia de seguir as treze luas, houve a substituição por um calendário de 12 meses, não circulante; em vez da beleza e do poder do vôo mágico, a hora de sessenta minutos resultado é desastroso. Os trajes espaciais tridimensionais são simultaneamente privados de um contato direto com o hólon e ensinados a crer que são independentes do hólon.
Ao mesmo tempo, já que os órgãos dos sentidos e do prazer são os pontos de acesso ao hólon, introduziu-se a vergonha sexual. Então o Ego tridimensional foi fortalecido e intensificou se sua crença na separatividade.
A civilização avança. Civilização o esforço para manter o traje espacial as custas do hólon a memória galáctica se turva. A legislação toma o lugar do prazer, do livre arbítrio. A guerra morte, os privilégios, a pobreza e a violação da Terra se convertem em ordem do dia Agora pergunta é: Poderá a Terra, o terceiro mundo, tornar se o terceiro planeta a transformar-se numa favela galáctica no sistema de Kinich Ahau Ou despertarão os kins planetários para o chamado da quinta força e por algum ato heróico coletivo voltarão a seu destino original a nação do arco-íris das cinco famílias terrestres e quatro raças raiz
Operando dentro do módulo de sincronização galáctica, poderá a nação do arco íris pacificar o planeta Terra e manter a missão orbital da Nave do Tempo Terra para estabelecer o quinto túnel do tempo cromático entre a Terra, a terceira orbita, e Urano, a oitava? Poderá Kinich Ahau finalmente entoar o quinto acorde galáctico no decisivo ano de 2013, ou será que Kinich Ahau, uma pequena estrela despretensiosa, desaparecerá na noite galáctica incapaz de colocar-se à altura da ocasião?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

TERCEIRA PROFECIA MAIA

diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta, provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.
Os Maias disseram que esse aquecimento se dará por vários fatores. Alguns deles pelos seres humanos que por sua falta de sincronismo com a natureza só poderá produzir processos de auto-destruiçao. Outros fatores serão gerados pelo sol, que ao acelerar sua atividade por aumento de sua vibração, produzirá mais irradiação, aumentando a temperatura do planeta.
Cada um de nós, de uma forma ou de outra, ajudamos a desflorestar o planeta ou a contaminá-lo. Com nossos automóveis, jogando lixo na ruas ou parques públicos, contribuímos para que o clima do planeta volte-se contra nós. As mudanças já estão acontecendo mas, como estão acontecendo muito lentamente, nos adaptamos a ela e nem percebemos.
O processo global de industrialização que teve lugar no século XX mudou drasticamente a atmosfera com suas emissões de gases tóxicos. A chamada chuva ácida, subproduto da queima de carvão ou derivados de petróleo e emissões de sulfetos e óxidos de nitrogênio das industrias tem lugar no mundo todo e concentra-se nas áreas urbanas, corroem os monumentos e pontes, destrói a pintura externa, os bosques, causa danos a vida marinha  e aos solos cultivados, transforma a água potável em tóxica e reduz a visibilidade. As chaminés contaminantes de milhões de fabricas indiferentes ao dano que causam modificaram as temporadas de chuvas, as estações e o clima.
Em milhões de lugares no planeta ainda se cozinha à lenha, sem contar as queimadas agrícolas, as queimadas criminosas e as acidentais, criando fogueiras que emitem grandes quantidades de fumaça, cinzas, vapor dàgua e CO2.
Tudo isso deu lugar ao aparecimento do efeito, pois a concentração de CO2 que ficam flutuando na atmosfera reage quimicamente com os dióxidos aumentando a temperatura. O ar que respiramos está cheia de partículas de monóxido de carbono(CO), NO2 e CO3 produto resultante da combustão da gasolina no motor de milhões automoveis e de usinas térmicas e de geracao de eletricidade.
A depredação de selvas para terras de cultivos ou para ampliar as cidades tornou-se prática comum. Os bosques que purificam o ar ao transformar o CO2 em O2, são incendiados. O ser humano não é consciente do mal que está causando ao planeta, nem que e preciso plantar para repor a vegetação que consome. O planeta transformou-se em um grande depósito de lixo. Enviamos conteiners com resíduos radioativos para o fundo do mar, carregamos navios inteiros com substancias não degradáveis.
As variações climáticas, conseqüências das relações danosas do ser humano e das mudanças do comportamento do sol produzem uma alteração das chuvas, diminuem sua intensidade, regularidade e volume. O aumento da temperatura produzirá fortes ventos, furacoes e tufões. Os furacoes são tormentas gigantescas e violentas, um redemoinho de destruiçao e morte. São chamados de FURACAO em homenagem ao deus do mal dos aborígenes do Caribe. O furacao Mithi e os fenômenos associados ao El-niño são evidencias das tendências para grandes desastres causados pelo clima.
O sistema hídrico é fundamental pois 70% da superfície do planeta está coberta por água.  Com o aumento da temperatura, diminui a umidade relativa do ar que trará como conseqüência menores nuvens e maior exposição ao sol, agravando assim o problema, assim será evaporada a água dos solos, produzindo muitas secas e grandes incêndios em todo o planeta, a falta dàgua trará muitos inconvenientes à vegetação, reduzindo seu crescimento e diminuindo o tamanho das colheitas. Ao reduzir-se a quantidade de água das chuvas, diminuirá também o fluxo de açudes e lagos, criando sérios problemas a fauna da terra.
Tudo isso causará um grande impacto na economia, haverá desabastecimento e muitos produtos que dependem do clima como a água, as folhagens, os cereais, os pescados e a geração de energia elétrica terão aumentos vertiginosos de preços, serão épocas de racionamento de eletricidade, de fome e descontentamento social, aumentará o número de pragas, insetos e doenças tropicais como a malária.
O comportamento do ser humano será crucial para suportar o aumento geral da temperatura causada pela sua própria consciência inconseqüente e depredatória.



sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SEGUNDA PROFECIA MAIA

2ª: anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11/08/99. Naquele dia vimos como um anel de fogo que cortava o céu, foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da terra de quase todos os planeta do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zodíaco, que são os 4 signos dos evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo São Joao. Além disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente Médio, Irã, Iraque e, posteriormente dirigindo-se ao Paquistao e a India. Com a sua sombra ela parecia prever uma área de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que, a partir deste eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria sua paz interior e tolerância, evitando os conflitos, então viveremos numa época de mudanças, que é uma ante-sala de uma nova era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos é uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimentos, destruição e evolução.
A 2ª profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentara e acelerará a vibração em todo o universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e comunicação, os sistemas econômico-sociais de ordem e justiça, serão mudados as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angustias para solucioná-los e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo.
A humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que estão fazendo, este é o primeiro passo para mudar a atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consciência coletiva
Serão incrementados os acontecimentos   que nos separam mas também os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente, mais pessoas  encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes que pretenderão obter lucro econômico as custas do desespero alheio.
Os Maias previram que a parti de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas necessária para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu próprio juiz, será quando o ser humano entrará  no grande salão de espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele será classificado pelas qualidades que conseguiu desenvolver na vida, sua maneira de agir dia após dia, se comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos irão se posicionar segundo o que são, os que conservam harmonia entenderão o que aconteceu como um dos processos de evolução do universo. Por outro lado, haverá outros que, por ambição ou frustração, culpará os outros ou a Deus pelo o que acontecerá.
Serão geradas situações de morte, sofrimento e destruiçao. Mas elas também darão lugar a circunstancias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isto significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e que cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo de seu comportamento. No céu, com sabedoria para transcender o que acontecerá. No inferno, para aprender com a dor e o sofrimento. Duas forças inseparáveis, uma que entende que tudo no universo evolui para a perfeição, que tudo muda, outra envolta em um plano materialista que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas as opções estarão disponíveis e praticamente sem censura de nenhum tipo e os valores morais serão mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.
Afirma que se a maioria da população mudar seu comportamento e se sincronizar com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas profecias seguintes. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino,especialmente nesta época. As profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo para evitar que isso se torne realidade.  

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PRIMEIRA PROFECIA MAIA

1ª:  fala sobre o final do medo.
Diz que nosso mundo de ódio e materialismo terminará dia21/12/2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica de todo universo. Compreendendo que tudo que está vivo e consciente, que somos parte deste todo e que podemos existir em uma era de luz.
Diz que a partir de 1999 resta-nos 13 anos para realizarmos as mudanças de consciência e atitude que ele eles falam, para que possamos nos desviar do caminho da destruição pelo qual avançamos, para um outro que abra nossas consciências e a nossa mene para integração com tudo que existe. Os Maias sabiam que nosso sol, é um ser vivo que respira e que cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo que existe, que ao receber uma manifestação de luz do centro da galáxia brilha mais intensamente produzindo em sua superfície o que nossos cientistas chamam de erupções solares e mudanças magnéticas.
Dizem que isso acontece a cada 5125 anos. Que a terra se vê afetada pelas mudanças do sol mediante o deslocamento de seu eixo de rotação. Previram que a partir deste movimento haveriam grandes desastres.
Para os maias o processo universal, como a respiração da galáxia, é cíclica e nunca mudam. O que muda é a consciência do homem que, passa através deles num processo sempre em direção a mais alta perfeição. Previram que a partir de sua data inicial de civilização, isto é, 3113 a.C. , 5125 anos no futuro, o sol, ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da galáxia, mudara sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante.
Para este dia a humanidade deve estar pronta para atravessar a porta que os maias nos deixaram. Quando a civilização atual, baseada no medo, passará para uma vibração muito mais alta de harmonia. Só de maneira individual podemos atravessar esta porta que permite evitar o grande desastre que sofrer para dar inicio a uma nova era, um sexto ciclo do sol.
Asseguravam que sua civilização era a 5ª iluminada pelo sol, que antes existiram 4 civilizaçoes que foram destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para a ascensão da consciência coletiva da humanidade. Para os maias no ultimo desastre a civilização teria sido destruída por uma grade inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que graças a isso haviam conseguido conservar o planeta a espécie pensante, o ser humano.
Eles nos dizem que as mudanças dos tempos permite subir um degrau na evolução da consciência , podemos nos dirigir a uma nova civilização que manisfestará maior harmonia e compreensão para todos seres humanos.
A 1ª professia Maia nos fala do “tempo do não-tempo”, um período de 20 anos chamado “kAtún”. Os últimos 20 anos desse grande ciclo de 5125 anos. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar cada vez mais intensas apareceriam no sol, que desde 1992 a humanidade entrará num último período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças, que nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiriam para essas mudanças acontecerem.
Essa profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos a níveis superiores deixando para trás o materialismo e nos livrando do sofrimento.  O livro sagrado maia CHILAN BALAM  diz que no 13º Ahau no final do ultimo katun (2012) diz que civilizações e cidades serão destruídas ,haverá um tempo em que estarão perdidos na escuridão e depois virão trazendo sinal futuro Os homens do sol, a terra despertará pelo norte e pelo poente.
A 1ª profecia anunciou que 7 anos depois do inicio do 1º katun, ou seja, 1999, começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta, disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no grande salão de espelhos, uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo para fazer com que ele entre no salão de espelhos, para que ele veja e analise seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.
Uma época para que toda humanidade por decisão consciente de cada um de nós decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas nossas relações.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VIVER COM SIMPLICIDADE




Uma vida simples, com prazeres singelos. Parece atraente? Para alguns, a poesia da vida simples é uma aspiração.
Não são muitos, mas aumenta a cada dia os que buscam um estilo de vida mais despojado.
Enquanto a grande massa se mostra adepta dos benefícios oferecidos pelas cidades, aos poucos o homem se mostra cada vez mais cansado da rotina urbana, enlouquecedora.
Poluição, engarrafamentos, ruídos. A floresta de edifícios a se perder no horizonte, escondendo céu e sol.
Tudo isso contribui para os estresses e angústias do homem contemporâneo.
Quando jovem, é natural que as pessoas desejem os desafios e facilidades das cidades, que oferecem objetos de desejo a cada esquina.
São as maravilhas da tecnologia, os bares da moda, as roupas de grife, os belos escritórios, as carreiras.
Tudo isso exerce tremendo fascínio. Mas, aos poucos, é possível observar que esse modelo está se esvaziando. Um certo cansaço começa a ser notado.
Uma expressão vem ganhando espaço: qualidade de vida. São cada vez mais numerosos os que desejam voltar aos ideais de uma vida simples, uma casa no campo, um contato mais estreito com a natureza.
Querem respirar ar puro, ver um pôr-do-sol dourado, passar noites de tranqüilidade em uma rede preguiçosa, manter conversas de fim da tarde.
A sensação que se tem é que a Humanidade, afinal, começa a perceber que a vida é muito mais do que prazeres passageiros.
As razões para o esgotamento do modo de vida urbano são o consumismo desenfreado e a sensação de estar numa corrida permanente.
No trabalho, o desafio é a competitividade, que atropela o ser humano e o consome, transformando-o em peça de uma fria engrenagem.
É um processo perverso, que suga as energias, estimula ciúmes e transforma em inimigos os que deveriam trabalhar em harmonia.
E uma pergunta costuma ser feita por quem está nessa roda-viva: Dá para viver com simplicidade nas grandes cidades?
É possível conciliar as exigências de uma carreira, da vida social e da família com uma rotina mais amena?
A resposta é... Sim! É possível conciliar tudo isso. Não é tarefa muito fácil, mas pode ser realizada.
Isso porque a simplicidade não é feita de demonstrações exteriores. Ela é um estado de espírito.
Não precisamos nos vestir de trapos, nem abrir mão de uma vida normal para ser pessoas simples.
A simplicidade está em viver a vida sem exigências descabidas. Quem opta pela simplicidade, descomplica o dia-a-dia.
Muitas vezes nos perdemos em detalhes completamente desnecessários. E, com isso, tornamos insuportável a nossa vida e a dos outros.
Observe com atenção e você perceberá: fazemos exigências demais por causa de coisas mínimas, das quais nem nos lembramos depois de algum tempo.
Por isso, a opção de viver com simplicidade é, antes de tudo, um jeito de agradecer a Deus pelo que recebemos.
Simplicidade é ter sonhos. Mas, se eles não se realizam por alguma razão, ainda assim a vida não perde a graça. Ou seja, apesar das tempestades, o contentamento permanece inabalável.
Quer ser feliz? Seja simples. Experimente o prazer das coisas que estão ao seu redor!
Olhe para o céu, veja as nuvens tingidas de ouro no infinito azul.
Ouça o som das risadas espontâneas, sinta o frescor de um copo de água, o sabor de uma fruta, a serenidade de uma noite bem dormida.
Veja a beleza de livros e canções. Quem disse que não há prazer nas coisas pequeninas que Deus pôs ao nosso alcance?


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

AMOR

“Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo. ”(Lao-Tsé)
Quando se tem amor, tens uma alavanca que move o mundo, quando não se tem, não conseguimos nem forças para mover o primeiro passo. Amar é sinônimo de doar. Amor, essência da vida, palavra tão importante e ao mesmo tempo tão mal compreendida, e é por ser mal compreendida, que a humanidade vive cada dia mais perto do próprio colapso.

Estamos cada dia mais materialista, equivocadamente nos consideramos humanos melhor que o outro, as guerras, os conflitos mundiais, as barbáries acontecendo cada dia de forma mais intensas, e mais próximas de nós, nos encaminham inexoravelmente para este desfecho.

O que fazer para tentarmos modificar esta fatalidade eminente?

Devemos começar urgentemente, e do nosso lado. Não devemos jamais confundir o amor com posse. O sentimento de posse é que faz nascer, o sofrimento entre uma relação. Se nada esperarmos em troca, é aí que se vivencia o amor em sua plenitude.

Nunca confundir amor, com paixão repentina e passageira.

Sempre devolver com bem o mal, mesmo em face de algum sacrifício, pois o resultado disto com certeza será prazeroso.

Devemos também, muitas vezes, olharmos para outra direção, pois olhando apenas um para o outro, você não enxergará ao seu redor, o que o fará mesquinho e desatento com seu próprio irmão.
Precisamos amar ainda mais, quando menos for merecido, pois é aí que mais será necessário e autentico este amor.

O amor é sereno, e ele sempre irá nos alcançar, por mais pressa que tivermos em correr para encontrá-lo, pois poderemos estar correndo na direção errada.
Por mais importante que seja este sentimento, podes crer, ele só acontecerá uma vez de forma plena, se você acha que ele já aconteceu e lamentas por ter acabado é por que ele ainda nem começou, pois, como já discerniu bem aquele pensador, “Amor não se conjuga no passado, ou se ama para sempre ou nunca se amou”.

Não tenhas pressa, o amor não tem tempo para acontecer, mas quando acontecer, será infinito e sendo infinito muito mais intenso será. Não existe sistema para se mediar a intensidade do amor, portanto estarás livre para exagerar a vontade. Quem não acha que o amor é um exagero, é por que não ama o suficiente, porem será preciso sempre alimenta-lo para que seja recíproco. Este sentimento se parece muito com as mais bem cuidadas das plantas, quanto mais bem se cultiva, mais se floresce.
Aquele que comete loucuras de amor, jamais merecerá um manicômio, pois estará gozando de saúde e da mais plena consciência.
No abismo de cada alma sempre vai existir um segredo valioso para ser descoberto ,quando o amor verdadeiramente acontecer.

O amor este sentimento maior, é um conhecimento que habita todos nós seres imperfeitos, cabe somente á nós discernirmos suficientemente este sentimentos para encontrarmos a pessoa certa, e chegarmos próximos á perfeição. Contrariando W. Shakespeare, quando ele diz que “Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor”, penso que se aquela conquista for feita sem luta, sem nenhuma contrariedade, este amor não será tão valioso assim.

Não te esqueças porem, que como você pode sofrer por amor, isto também pode acontecer com os outros, você é o responsável direto por quem você seduz, não o faças se não tiver certeza de assumi-lo, e se mesmo assim acabar por acontecer, assuma uma postura para curar de alguma forma aquela ferida que você mesmo abriu.

Você pode achar, que não é importante para ninguém, porém, se descobrir que é muito importante, pelo menos para aquela pessoa, preste muito atenção nela, pois poderá estar ali aquela, que passaria com você, o resto de teus dias, e você nem está se dando conta disto.

Conhecemos muita gente em nossa passagem por esta vida, porém normalmente, apenas uma passa a viver dentro de nós e será o suficiente para toda a eternidade.

Saibas porem que reconhecer o amor não é tão fácil como pode parecer, ele pode nos confundir, pois ele não é só sutileza, serenidade e paixão. Ele também é exigente, muitas vezes implacável, pois vive em nosso meio cheio de adversidades.

Porém, com certeza, quando este sentimento é verdadeiro, o lado bom sempre irá sobrepujar com louvor, o lado desagradável e rude, mesmo porque ninguém é igual ninguém. A alma pode ser gêmea, mas o espírito é único.

IVAN TEORILANG

”O amor não tem tempo para acontecer, só acontece uma vez, e não acaba, se você acha que ele já aconteceu e lamentas por tê-lo perdido é por que ele nem começou”.
(Ivan Teorilang)

“Sempre devolver com o bem o mal, mesmo que em face de algum sacrifício, pois o resultado disto, com certeza, será prazeroso”.
(Ivan Teorilang)

“Aquele que comete loucuras de amor, jamais merecerá um manicômio, pois estará gozando de saúde e da mais plena consciência”.
(Ivan Teorilang)

“Se queres viver um grande amor, aceites também a angústia, pois um não vive sem o outro.\"
(Ivan Teorilang)

“Se o fantasma da insegurança tomar-te a alma, não te iludas com um prolongado êxtase de um grande amor, pois este nunca estará só, terá como companhia inseparável, o fel da discórdia a te atormentar”.

domingo, 29 de novembro de 2009

SORRIA - BY CHARLES CHAPLIN

Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

hahaha


ESTRATÉGIA
Um senhor vivia sozinho em Minnesota.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.

Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. 
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho: 
"Querido Filho, estou triste pois não vou poder plantar meu jardim este ano.
Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava as flores e esta é a época do plantio. 
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. 
Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu pai."

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: 
"PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos" 
Como as correspondências eram monitoradas na prisão... 
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. 

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.

Esta foi a resposta:
"Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento." 

Estratégia é tudo!!!

Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.

Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas. 

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional"

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PARA SEMPRE - BY CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

domingo, 22 de novembro de 2009

O poder transformador da gratidão - By kim ridley



Práticas simples podem nos reconectar com o fluxo da vida.

Minha vida transcorria sem surpresas no ano passado, quando o universo começou a enviar sinais para o despertar. Primeiramente, perdi meu emprego quando a revista que eu editava faliu. Um mês depois, meu pai foi para a UTI. Eu me senti como se a vida estivesse me descascando, como uma árvore.
Sem saber o que fazer, me dirigi para a casa dos meus pais. A vulnerabilidade deles me deixou terrificado. Visitava o meu pai todos os dias no hospital, tentando segurar as lágrimas enquanto, embaraçado, ficava ao seu lado na cama acariciando seus espessos cabelos brancos. Em casa, eu cozinhava, atendia ao telefone e lavava a louça. Uma tarde, segurei as mãos de minha mãe enquanto ela chorava: seu calor, ternura e vida me impressionaram. E foi quando o mais inesperado pensamento brotou de alguma fresta do meu coração:Sou tão abençoado por estar aqui agora.
Repentinamente, me senti bem-aventurado por ter tempo de estar com meus pais, de testemunhá-los, o que eu não poderia fazer se não tivesse perdido o emprego. Agora, tinha todo o tempo disponível.
E me senti ainda mais agradecido por esse presente do tempo quando meu pai voltou para casa. Agradecido pelas menores coisas: juntar os catálogos de sementes, assistir “sitcom” com ele, ouvir sua respiração enquanto ele dormia reclinado. Agradecido pelo vento frio no meu rosto enquanto eu atravessava o estacionamento do supermercado. Agradecido pelo amor e carinho de meu irmão, pela humanidade de minha mãe, pela lua que subia pelas árvores lá fora, na janela de meu velho quarto de dormir.
Olhando para trás, eu nunca teria escolhido a crise da doença de meu pai e da perda do emprego que eu gostava. Mas a vulnerabilidade dos meus pais – e a minha própria –  não me assustaram tanto assim naqueles dias. A gratidão abre os portões da ternura – ali, bem no meio do medo e da incerteza.
Desde então, comecei a fazer um esforço consciente para praticar a gratidão nas pequenas coisas de todo dia. Quando eu pratico, sinto-me muito mais conectado com o fluxo da vida, ao invés de isolado e sozinho nas minhas lutas e medos.
A gratidão pode ser uma poderosa prática de transformação. Os psicólogos Robert Emmons, da Universidade C. Davis e Michael McCullough, da Universidade de Miami, descobriram que a prática da gratidão pode realmente melhorar o nosso bem estar físico e emocional. O seu projeto em andamento de Pesquisa sobre Gratidão e Agradecimento, vem demonstrando que as pessoas que mantêm jornadas semanais de gratidão têm menos sintomas físicos, se exercitam mais, possuem uma melhor perspectiva de vida e atingem mais facilmente seus objetivos. Pessoas com doenças neuromusculares, que praticam diariamente a gratidão, “possuem melhor humor e energia“, sentem-se mais conectados com outros esentem-se mais otimistas com relação à vida,comparativamente a outro grupo de controle da pesquisa.
 “A prática da gratidão ajuda as pessoas a extrair o melhor da vida”, diz Emmons. “As pessoas também podem experimentar uma mudança geral, em direção a uma visão mais benevolente do mundo. Penso que é um tipo de mudança espiritual para algumas pessoas, pois as torna mais conscientes da vida como um presente.”
Para ajudar a fortalecer meu “músculo de gratidão”, pedi a Emmons e a vários praticantes inspiradores que compartilhassem suas sugestões.
1. Vejam o doador pro trás do presente. “Pedimos às pessoas que foquem todos os dias uma pessoa em particular que a beneficiou” diz Emmons. Isso é realmente gratidão. Não é simplesmente “o que“ te faz feliz. Pode ser qualquer pessoa, desde a esposa que te fez um café perfeito a alguém que empacotou suas compras.
2. Faça a você mesmo três perguntas todos os dias. Uma maneira poderosa de cultivar a gratidão é focar naquilo que está realmente acontecendo em nossas vidas, ao invés de cair na armadilha de reclamar e fazer drama, diz Gregg Krech, autor de “Naikan: Gratitude, Grace, and the Japanese Art of Self Reflection" (Naikan: Gratidão, Graça e a Arte Japonesa da Auto-Reflexão), e co-fundador do ToDo Institute em Monkton, Vermont. A prática básica de Naikan, traduzido como “ver interiormente”, consiste em fazer-se três perguntas todos os dias:
“O que recebi hoje?
O que eu dei?
Que problema causei?”.
Sem negar os aspectos difíceis da vida, Naikan coloca as coisas em perspectiva, diz Krech, que faz a si mesmo essas perguntas todas as noites.
 “Quando eu listo tudo o que recebo e o que eu dou todos os dias, o que eu tenho na coluna de doação é sempre tão menor do que na coluna de recebimentos”, ele diz. “À medida que nos tornamos conscientes de que recebemos tão mais do que damos, isso não apenas nos faz cultivar a gratidão, mas também um senso de querer dar algo em retorno para o mundo.”
3. Pratique, mesmo quando você não está com vontade. “Um dos erros que a maioria das pessoas de nossa cultura comete é pensar que temos que sentir gratidão para praticar gratidão”, diz a psicóloga Miriam Greenspan, autora de “Healing Through the Dark Emotions: The Wisdom of Grief, Fear, and Despair" (Curando Através das Emoções Sombrias: a Sabedoria da Mágoa, do Medo e Desespero).
Você pode praticar a qualquer momento – quando se lamenta, quando sente ansiedade diante de morte iminente na família, ou se você tem um filho deficiente. O que quer que alguém possa reunir como prece de gratidão (ok, eu ainda estou respirando, ou tenho amigos que se importam comigo) move a experiência de estar imerso no sofrimento de alguém para o momento presente, com uma perspectiva mais holística. Vemos que há sofrimento, mas há também gratidão, e podemos sustentar ambos ao mesmo tempo.
4. Faça do “obrigado(a)” o seu mantra. Cada momento oferece uma oportunidade para o agradecimento, diz Nancy Hathaway, professora sênior de dharma da Kwan Um Zen School e consultora familiar de plenitude da mente em Blue Hill, Maine. Ela usa “obrigada” como um mantra de retribuição para o presente momento. “No primeiro dia de primavera, eu estava revolvendo o cascalho da grama. Estava difícil, e eu comecei a reclamar. Quando eu me dei conta do meu pensamento, mudei para “obrigada”. Lembro-me de que realmente queria limpar o jardim e queria a primavera. A prática da gratidão, para mim, é deixar os pensamentos partirem e dar boas vindas ao momento presente”.
5. Crie um ritual familiar simples. “Em nossas famílias, a cada noite quando jantamos, dizemos os nossos “obrigados”, diz Greenspan. Não é nenhum tipo de prece formal, apenas a gratidão que sentimos no momento, e isso é tudo. Isso nos dá retorno, é uma pedra de toque para os milagres da vida que estivemos buscando”.
6. Reverencie a vida. “Eu faço três reverências (curvar-se) pela manhã, diz Hathaway. “A primeira é para a minha pessoa, como parte do universo. A segunda é para a minha família, filhos e amigos, para reconhecê-los e valorizá-los. A terceira é para a força da vida universal e seu significado. Isso me ajuda a deixar o controle e, ao contrário, abrir-me para o fluxo da vida.”

Bênçãos de um coração gentil para você;
Bênçãos dos olhos da compaixão para você;
Bênçãos da doação para a terra sobre você;
Bênçãos da sabedoria das estações para você;
Bênçãos da livre respiração para você;
Bênçãos deste momento para você.

sábado, 21 de novembro de 2009

Adaptação do salmo 23 de Davi , por Bezerra de Menezes

"O Senhor é o meu Pastor,

E nada me faltará...

A suaves campos me guiou

E me conduziu a fontes

De água fresca e pura...



O Senhor converteu

A minha alma,

Tornou-a humilde

E agradecida...

Elevou-me por estradas justas

Por amor do seu nome...



Ainda que eu me desvie

Pelo vale da dor e da morte,

Não temerei males,

Porque tu, meu Deus,

Estarás comigo !



A tua proteção,

A tua vigilância,

Eu sei que me acompanharão !

E a tua misericórdia irá

Após mim,

Docemente me inspirando

Em todos os dias

Da minha vida,

A fim de que

Eu permaneça

Sob a luz da tua benção,

E também da tua paz,

Pela eternidade

Dos tempos ..."

INVEJA - gente, leiam isso para nunca na vida sentirem inveja. amo voces

Inveja


(Transcrição da Fita “Desenvolvimento Comportamental” – autor ignorado)



O sentimento de inveja é uma das principais causas de infelicidade.



Somente compreendendo a estrutura básica da inveja podemos reconhecer esse sentimento em nós e aprendemos a lidar com ele em nossa vida e nosso comportamento.



O mecanismo intelectual básico responsável pelos ressentimentos é a comparação.



Quando nos comparamos com os outros e nos sentimos, em algum aspecto, inferiores, estamos com inveja. Nem toda comparação leva à inveja, mas esta é sempre resultado de uma comparação.



É a vivência de um sentimento interior sob a forma de frustração, tristeza, mal estar, acanhamento, por nos sentirmos menores, menos, por não possuirmos o que o outro possui, por não sermos o que o outro é. É um desequilíbrio íntimo oriundo de um sentimento de inferioridade fruto da comparação.



Esse processo é muito sutil e encoberto. Escondemos de nós mesmos esse sentimento de inveja através de mecanismos de defesa que desde cedo nos foram sendo ensinados. Não temos consciência de que somos invejosos.



Um dos mecanismos mais comuns é o processo em que ao nos sentirmos menos que os outros nós nos aumentamos, nos vangloriamos, nos enaltecemos para evitar o mal estar do desequilíbrio. Falamos exageradamente bem de nossas próprias coisas e ao mesmo tempo procuramos diminuir o outro através de críticas. Quando criticamos alguém, quando sentimos necessidade de falar mal de alguém, provavelmente estamos nos sentindo inferiores a ele. O arrogante é a pessoa que parte do pressuposto de que é inferior às outras pessoas.



O invejoso é incapaz de ver a luz, a alegria, o brilho, a luminosidade das outras pessoas. A inveja é própria daqueles que não encontraram respostas para a diversidade das pessoas e do mundo. Essa incapacidade de aceitar que as pessoas e as coisas sejam diferentes é uma rejeição da sua própria pessoa como sendo diferente das demais. A inveja é a auto-aversão por não sermos como os outros são.



Toda a nossa cultura é a cultura da comparação e nós aprendemos desde muito cedo a interiorizar esse processo em nosso comportamento. Como tudo está em relação, nós perdemos a capacidade de ver as coisas em si mesmas e só conseguimos entender as coisas e as pessoas em comparação umas com as outras.



Na família, por exemplo, sempre houve alguém que em um ou outro momento nos foi apontado como padrão ou a quem nós fomos apontados como modelo. É imensa a carga de comparação a que somos submetidos em toda a nossa vida. É uma força tão grande que poucas vezes nos damos conta dela.



Todo o sistema escolar é baseado na comparação. Primeiro lugar ... segundo lugar.... último lugar ... classes mais adiantadas... classes mais atrasadas ... notas ... avaliações...



Em outras instituições, na igreja, nas empresas, nos clubes, sempre nos foram dados padrões de modelos a seguir. Sempre fomos convidados a reforçar o caminho da comparação. A força da comparação é tão presente em nossas vidas que poderíamos chamá-la de sangue cultural.



Sem consciência desse processo dificilmente conseguiremos reconhecer, trabalhar e sair do sentimento de inveja. Provavelmente viveremos em estados depressivos constantes, com freqüentes sensações de impotência e inferioridade, em momentos de insatisfação, sem ao menos perceber em nós mesmos qualquer traço de inveja.



A sociedade é sempre comparativa em seus vários instrumentos de transmissão cultural. Nos filmes sempre existem nossos heróis, nossos padrões. Toda propaganda é baseada no processo comparativo entre nós e os modelos que nos são apresentados. A trama base da propaganda consiste em construir um quadro com qualidades de riqueza, poder, prestigio, inteligência, dinamismo, beleza, força, magnetismo pessoal, para que nos comparemos com os ambientes e pessoas apresentados e nos sintamos inferiores, magoados e diminuídos, e em seguida nos é indicada a solução para resolver aquele mal estar: a compra de algum produto que nos fará iguais aos padrões apresentados.



Existe um tipo de comparação com a qual sairemos do processo da inveja, é a autocomparação. Em termos sociais, psicológicos, financeiros, espirituais, estamos hoje melhores ou piores do que há algum tempo?



Há uma grande diferença entre a comparação com os outros e a comparação conosco mesmos. Na autocomparação fortalecemos o nosso ser, o nosso centro, o nosso ponto de equilíbrio. Passamos a nos dirigir de dentro em função do que realmente somos e não em função do que os outros esperam de nós. Nós passamos a ser o nosso único ponto de referência. Passamos a ser donos da nossa própria vida, pois quando nos comparamos com os outros eles são o nosso padrão, somos dirigidos de fora.



A auto-comparação leva a um fortalecimento interior, fortalecemos nossa identidade, reencontramos a nós mesmos. Passamos a ser o nosso próprio ponto de apoio. Na etero-comparação nós nos alienamos, perdemos a nossa identidade e passamos a estar na vida para realizar expectativas fora de nós.



O mundo é o mundo das diferenças. Cada pessoa tem o seu jeito, seu caminho, seu próprio nível, sempre haverá alguém melhor do que nós em algum aspecto. Não estamos no mundo para sermos mais do que ninguém, mas para realizarmos o nosso próprio potencial, sendo cada vez melhores comparados conosco mesmos.



Só quando estamos centrados em nós mesmos e o mecanismo da autocomparação já faz parte do nosso comportamento, é que nos será possível comparar-nos às outras pessoas e aprender com elas, isso é admiração.



No fundo de cada sentimento de inveja existe o sentimento de admiração, mas este só pode desabrochar quando estamos centrados no nosso próprio tamanho, em postura de agradecimento pelo que já somos ou temos. Admiração pelo outro e tristeza conosco é inveja.



Só quando formos padrão de nós mesmos reencontraremos a alegria de ser o que somos, de ter o que temos, de viver como vivemos. Somente o exercício da autocomparação nos levará à auto-aceitação, à realização do nosso próprio tamanho.



“Há cerca de 100 anos atrás um mestre idoso e coberto de honrarias estava à morte. Seus discípulos perguntaram:



- Mestre, você está com medo de morrer?



- Estou, respondeu ele. Estou com medo de me encontrar com o criador...



- Mas como, disse um discípulo, você que teve uma vida exemplar, assim como Moisés tirou-nos das trevas da ignorância...



- Você fez julgamentos justos como Salomão, disse outro discípulo.



O mestre respondeu:



- Quando eu me encontrar com Deus ele não vai me perguntar se fui Moisés ou Salomão, ele apenas vai me perguntar se eu fui eu mesmo.”

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ciúmes - me de perder


O medo de perder é o maior obstáculo para o nosso crescimento. Sobretudo o medo de perder alguém que nós dizemos amar. Essa emoção é a principal responsável pelo nosso sofrimento vital. Pois temos medo de sermos rejeitados pela pessoa que dizemos amar. O medo de perder aparece sob várias formas.
Medo de sermos criticados, rejeitados, de não sermos importantes, ilustres, amados e medo da solidão. Isso tudo se resume numa só palavra: Ciúme.
Ciúme é o medo de não possuir alguém, de não ser dono de alguém. Na relação ciumenta colocamos nós e o outro como objeto, como se objeto e pessoa fossem a mesma coisa. No ciúme temos medo de algum dia sermos rejeitados, dispensáveis à outra pessoa. Esta emoção é sofrimento de apego, torna a relação confusa, sofrida. Isto já vem de nossa cultura quando dizem que o ciúme é a maior prova de amor. O que é justamente o oposto do amor. Na relação amorosa existe identidade: “eu sou independente de você”. Perde-se a identidade quando se diz: “eu sem você não valho nada, pra mim você é tudo”. O amor é solto, livre, vem do verdadeiro querer. Sem prisão de sentimentos, bem o contrário do ciúme, que amarra, prende, condiciona. A pessoa já não é ela mesma, mas ela é o que o outro quer que ela seja. Pra que também ela seja o que o outro quer. É um pacto de destruição mútua. Quando um usa o outro na garantia de não ficar sozinho, de não ser abandonada, passamos a  vida inteira com medo de sermos hoje totalmente dispensáveis.
O homem é por definição dispensável, transitório e efêmero, aquilo que passa, isto é bastante real em todas as relações. Hoje somos substituíveis, o mundo sempre existiu sem nós, está existindo conosco e continuará a existir sem nós. Somos necessários aqui e agora. Mas seremos dispensáveis além.  O medo da morte é o ciúme da vida, é a vontade falsa irreal de sermos permanentes, eternos e imutáveis, isso nos leva a crer que as coisas só têm valor, só valem a pena se forem eternas, só se tivermos garantia que sempre será assim como é. Mas como tudo é transitório e mutável pode se transformar. O medo de perder nos leva a um estado contínuo de sofrimento.
As conseqüências do ciúme são bem claras: se eu tenho medo de não ser amado, de ser abandonado, de ser dispensável a alguém, em vez de eu fazer tudo cada vez melhor, vou gastar toda minha energia, minha vida, para provar que já sou melhor, que já sou o primeiro, o que é mentira e nos conduz ao delírio. A falsidade de nossos atos, nossas iniciativas, nossas considerações, é tudo para mostrar que somos bons, fortes, perfeitos, capazes. Tudo é o medo de perder. É a vontade de ganhar. O medo de perder é assim, ganhando ninguém vai nos tirar. Gastamos nossas energias para defender o que já possuímos, e para conservar o que já ganhamos. Só temos que perder.
Com a vontade de ganhar por outro lado estamos sempre ativos procurando ganhar cada vez mais, ao invés de nos preocuparmos com possíveis perdas. O mais valioso para nós é a nossa vida, e esta nós já vamos perder, o resto é secundário. O medo de perder é justificativo, reativo, a pessoa fica sempre com o pé atrás e o outro no frente, sempre se prevenindo para não perder. A pessoa com vontade de ganhar é sempre ativa, sem medo de arriscar, sem medo de perder, sem a vivência antecipada do futuro, vive a beleza do momento, sabe que em tudo existe riscos e oportunidades. No medo da perda só vê os riscos. Na vontade de ganhar não significa ganhar de alguém, mas de si mesmo. A dar um passo em frente, estar sempre disposto a crescer um pouco mais, ninguém chega a seu limite máximo. Idade adulta não é o máximo de nossa vida, de nossa potência. Não existe pessoa madura, mas em amadurecimento. Quando paramos de crescer vem o sofrimento, e cada um sabe onde paralisou. Onde bloqueou a energia.
Até hoje não vimos um relacionamento deteriorar sem a presença marcante do ciúme, querendo ser o controlador dos sentimentos e ações da pessoa que se diz amar. Um profundo desamor a si mesmo e ao outro também. E a dor da incerteza é a raiva de não ter a segurança absoluta no relacionamento, a insegurança frente ao futuro. A loucura está aí, passamos a vida inteira tentando conseguir segurança.  Segurança não existe. Ser seguro não significa acabar com a insegurança, mas sim aceitá-la como inerente à natureza humana. Nós não curtimos o hoje, que é importante, nem nos relacionamentos com os amigos, nem com os filhos. Não temos tempo, estamos cuidando do seu futuro, da nossa segurança.
O ciúme é a incapacidade de vivermos hoje a gratuidade da vida. Hoje é o primeiro dia do resto de nossa vida. Viver é deixar cada dia segundo seu próprio cuidado. O medo daquilo que pode acontecer tira a alegria de estar aqui e agora. O medo da morte tira a vontade de viver. Quando temos medo de perder alguém, é porque imaginamos que as pessoas são nossas. E não podemos perder o que não temos. Ninguém é de ninguém. Cada pessoa é única e exclusivamente dela mesma. Podemos perder tudo, bolsa, carteira, casaco, qualquer coisa, jamais uma pessoa.
Medo de perder é a obsessão do primeiro lugar, é querer ser sempre o primeiro em todos os lugares, em casa, no emprego, com os amigos. O primeiro lugar é amarelante, deteriorante, pois quando alguém chega ao cume da montanha só lhe resta descer. O segundo lugar é verdejante, esperançoso ainda tem aonde ir, para onde crescer. A postura do segundo lugar nos leva ao crescimento contínuo por que você se sente em segundo lugar mesmo que estivesse ocupando socialmente o primeiro lugar, não em relação ao outro mas a você mesmo, ou seja ainda teremos por onde crescer e melhorar.
Você sabe porque o mar é tão grande, tão imenso, tão poderoso? É porque teve a humildade de se colocar apenas a alguns centímetros abaixo de todos os rios do mundo, sabendo receber tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, alguns centímetros acima de todos os rios, não seria o mar, seria uma ilha e toda sua água iria para os outros, e ele estaria isolado. É impossível vivermos satisfatoriamente se não aceitarmos a queda, a perda, a morte. Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Em outras palavras, se temos medo de cair, andar seria muito doloroso. Se temos medo da morte a vida é muito ruim. Se temos medo da perda, o ganho nos enche de preocupações. Esta é a figura do fracassado, dentro do sucesso. Pessoas quanto mais ganham, quanto mais melhoram na vida mais sofrem. Para a pessoa que tem medo de ficar pobre, quanto mais dinheiro tem, mais preocupada fica. Quanto mais sobe na escala social, mais desgraçada é a sua vida. Em compensação se você aprende a cair, a errar, a perder ninguém o controla mais. Pois o máximo que pode acontecer a você é cair, errar, perder, e isso você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade, o ganho, a perda, o acerto, o erro, o triunfo, a queda, a vida e a morte.

COISA DE FORMIGA - BY Maria Ana Maioli





Em um dia de outono, sentei-me diante de meu jardim e fiquei a observar as folhas mortas que caem com o balançar do vento. Até na natureza Deus dá chegadas e partidas, oportunidades de idas e vindas.
Folhas mortas...Enquanto foram vidas em folhas, quanto se enroscaram umas nas outras no balançar do vento. Quantas derrubadas antes do tempo da mão que poda, que as retira de seu habitat natural, ou quanto enfrentaram sol, tempestade, vento agarradas em seus galhos.
Apenas folhas...Folhas com destino, afinal tudo é vida. Verdes a princípio, amareladas, e com o tempo caídas... Adubo de novas e outras verdes vidas. E sentado diante do jardim continuo a observar, deparando com uma trilha de formigas que passam diante de mim. Uma fila destes minúsculos insetos vem colaborando com sua comunidade, em busca de suprimentos aguardando o inverno que está a chegar. Trabalham arduamente, somam para depois dividir respeitando a lei da sobrevivência. Todas as formigas carregam pequenas folhas seguindo para o mesmo endereço. Noto que uma delas tem um enorme fardo, maior do que pode carregar, um pouco anda e um pouco pára, tentando conseguir forças para prosseguir.
Porém uma de suas companheiras sem carga nas costas nota o imenso esforço, e vindo do final da fila coloca-se a andar rapidamente, e vem socorrer sua exausta semelhante. Seria intuição? Inteligência, para tão pequenino inseto? Onde teria aprendido a solidariedade? Esta coloca-se ao lado da companheira e juntas dividem o peso caminhando no mesmo compasso lado a lado, e eu ali diante de meus olhos vendo esta cena acontecer, logo penso o quanto tenho que crescer. Sou menor que estes pequenos insetos sem cérebro, sem coração, sem emoção.
Seguem as duas até o local do depósito e entram no ninho e somem diante de meus olhos. Acompanho o restante da longa fila que vem atrás, e me levanto. Olho para o céu e me pergunto:- Quem somos nós? Tantos mestres, tantos gurus, e ainda nem sabemos repartir, nem dividir o peso da vida com um desconhecido. Muitas vezes nem ao menos com aqueles que nos dão "Bom Dia" todos os dias, que dormem no mesmo teto e temos como companhia. Encontrei sabedoria, solidariedade, harmonia, lição de vida em um pequeno jardim. Olho para o radiante sol e reflito: Folhas mortas...formigueiro...
Nunca ouvi o gemido das folhas caindo quando chegam ao seu fim. Nunca ouvi o lamento das formigas trabalhando horas a fio, caminhando longos trechos, desviando de vários obstáculos. Abaixo de nossas pés se esconde uma enorme e grande sabedoria.
Aprendi que de vez em quando devo me abaixar e observar, antes de olhar para o alto e clamar.